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APEA
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. DE
OLHO NAS PARAOLIMPÍADAS
. . Da
bisavó alemã e do bisavô holandês
ela herdou o biótipo ariano, mas a raça e a
força de vontade são brasileiríssimas,
ela diz.
Anneliese Catarina Rodrigues,
17 anos, nada de uma a duas horas por dia, na piscina da APEA,
sob a orientação do professor Edson Guiselini.
Paraplégica desde o nascimento compensa a falta de
movimento das pernas com vigoroso trabalho de braço
que em 1998 lhe valeu o recorde brasileiro dos 50 metros no
nado borboleta.
Atualmente, está em
ritmo de treinamento intenso. Seu sonho é conseguir
índices para a próxima paraolimpíada.O
técnico Edson destaca sua habilidade, esforço
e boa vontade e
afirma que o desempenho de
Anneliese "é extraordinário", além
da simpatia: "Ela se relaciona bem com todo mundo".
O presidente do clube, Antonio Martinho Fernandes é
um dos que mais se entusiasmam com a performance da atleta:
"é gratificante para o clube ter uma atleta exemplar
como Anneliese".
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