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Blimp pousa em Pres. Prudente.

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Equipe de apoio tem 18 pessoas.

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Uma das hélices
propulsoras do Blimp.
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O Ventura tem capacidade para voar
com cinco pessoas a bordo e conta com todos os instrumentos de um
avião leve. Possui dois motores de 180 cavalos, podendo alcançar
até 104 km/h, embora sua velocidade de cruzeiro permaneça
em 74 km/h. Em média, deverá realizar 125 horas de
vôo por mês, podendo atingir até 3.000 mil metros
de altitude.
Uma novidade do novo modelo é
a existência de uma hélice reversível, que permite
a realização de pousos e decolagens em espaços
reduzidos.
Como não poderia deixar de
ser, a aeronave conta ainda com sistema de navegação
por satélite e radar digital para detectar temporais e rádios
de comunicação. Também tem os aparelhos peculiares
a todos os blimps como: manômetros, para verificar a pressão
do invólucro, e um medidor de temperatura.
O dirigível tem a capacidade
de armazenar até 4.200m3 (m cúbicos) degás
hélio, um combustível raro e de alto custo. Em operações
normais, os blimps perdem pouco gás. Em média, a tripulação
deve acrescentar 10 mil pés cúbicos de hélio
por mês, além de purificá-lo duas vezes por
ano. A escolha pelo hélio, em substituição
ao hidrogênio do passado, tem explicação: é
um gás não inflamável e que não explode,
indispensável para a segurança da tripulação
e das comunidades por onde passa. O hidrogênio, um gás
mais leve, permitia vôos mais altos, porém foi abandonado
por ser altamente inflamável.
O dirigível tem um formato
oval e é feito de poliéster coberto com neoprene,
que dão um aspecto metálico e brilhante. O invólucro
possui válvulas de ar ligadas a balonetes internos (no caso
do A-150 existe apenas um balonete central), que servem para compensar
a expansão e a contração do hélio em
função da variação da pressão.
Na parte externa da aeronave, ficam instalados os motores, a cabine,
os equipamentos de sinalização noturna e os sistemas
de comunicação (telão, câmera de TV,
etc.). Por fim, na cauda, estão localizados os lemes verticais,
que orientam a direção do blimp, e os horizontais,
usados nos pousos e decolagens (profundores).
O dirigível conta com uma
equipe de cinco pilotos, mais 18 pessoas responsáveis pelo
apoio. Destes, dois são mecânicos responsáveis
pela manutenção e possíveis reparos de última
hora; um chefe de equipe e seu assistente, um gerente financeiro
e um coordenador de operações.
Para dar suporte ao grupo, há
uma frota composta por dois caminhões, equipados com geradores
elétricos e de gasolina, ferramentas para fincar o mastro
no chão, como cabos de aço, furadeira e parafusos.
Os veículos trazem também componentes, peças
de reposição e um motor extra. A responsabilidade
de transportar os membros da equipe fica a cargo de duas vans. Essa
frota é fundamental, pois segue o dirigível, por terra,
em qualquer lugar onde estiver. Desta forma pode prestar socorro
caso haja algum imprevisto durante o vôo.
O modelo tem 55 metros de comprimento,
18m de altura e 15m de largura. Adornado nas cores azul e amarela,
traz a logomarca da Goodyear e um sofisticado painel eletrônico
na lateral esquerda com 16 metros de largura por oito metros de
altura. A aeronave, que tem o nome de Ventura (significando boa
sorte), é 30% maior que a antecessora que esteve no Brasil
entre 1998 e 2002.
"Os dirigíveis já
fazem parte da história da Goodyear. Trata-se de produtos
vitoriosos, pois já se tornaram uma simpática forma
de registrar a marca de nossa empresa em todos os pontos do planeta.
É por isso que continuamos a investir neles", explica
Luiz Carlos Martins, diretor de Assuntos Corporativos da Goodyear
do Brasil.
FICHA TÉCNICA
Nome: Ventura ( que significa boa
sorte)
Modelo: A-150
Fabricante: ABC American
Blimps Corporation
Comprimento: 55 metros
Altura: 18 metros
Largura: 15 metros
Capacidade: 5 passageiros +
piloto
Gás Hélio: 4.247
m3
Horas de vôo: 125 horas
de vôo por mês
Velocidade Média: Cruzeiro
55 Km por hora, mas pode atingir até 80Km
Motor: dois motores de180 cavalos
e uma hélice reversível que facilita a pouso e decolagem
Principal Base: Campo de Marte,
São Paulo
Operadora brasileira: Space
TLG Brasil
Tripulação: piloto
e até cinco passageiros
Equipe de vôo: 4 pilotos,
2 mecânicos, um chefe de equipe, um assistente, um gerente
financeiro, um coordenador e mais 18 integrantes.
Custos mensais: R$ 1,2 milhão
Tempo de permanência
no país: 5 anos
Locais de vôo: São
Paulo, Rio,principais capitais brasileiras e países vizinhos.
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