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ESPAÇO LITERÁRIO
. . . . . Estranha
Sensação
. . Ó triste servo do senhor,
. . Caminhando
entre nós.
. . Enegrecendo
o nosso humor,
. . Cedendo
choro e uma triste dor.
. . Nos
presenteia com horror,
. . Sem
preocupar-se com o vazio
. . Provocado
pela troca
. . Da
vida pelo acre dissabor.
. . Ó
triste escravo do amor,
. . Esse
ébrio ,pelo tempo, logrado.
. . Aceitando
as belezas, animado.
. . Já
sabendo o triste fim do seu calor.
. . Estúpido
servo senhor,
. . Viajando
das nuvens às trevas
. . Sem
aliviar o peito machucado,
. . Pela
dor que causa a guerra
. . De
viver o conto encantado.
. . Que
estranha cena nos envia.
. . Provocando
insensatez na alegria.
. . Iludindo
a vida, dia a dia.
...
Diogo Medeiros
. . (31/01/2001)
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