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A noiva, Eve Oliveira, deslumbrante,
no cinematográfico The Woodlands
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Evelise Fabri de Oliveira (Eve)
tornou-se a senhora David Michael Gluck, no último final
de semana, em duas cerimônias. A primeira foi evangélica,celebrada
sábado, 12 de agosto, na Times Square Church, igreja freqüentada
pela noiva, e a segunda, no domingo, cerimônia judaica, respeitando
tradições da família do noivo, no luxuoso golf
club The Woodlands, em Woodbury, Nova York.
A festa ganhou as cores da beleza
e da alegria, além da religiosidade mantida na Times Square
Church, igreja onde Eve e David se conheceram durante estudos bíblicos.
Entre lições do Evangelho e juras de amor, os noivos
trocaram alianças diante do Pastor, tudo com acompanhamento
da genuína música gospel, por um cantor e um pianista.
Em seguida, noivos, familiares e convidados dirigiram-se ao salão
de festas ao lado do templo, para a ceia comemorativa. Presentes
amigos e familiares dos noivos. Do Brasil, compareceram os pais
da noiva, Fátima Fabri de Oliveira e Geraldo Theotonio Oliveira
e os tios. Vários prudentinos que moram nos Estados Unidos
também estavam entre os convidados, como o fotógrafo
e joalheiro Haroldo Guli, que mora em New Jersey; Josy Granfors,
bancária em Danbury, Connecticut; Sandra e Carlos de Paula,
que moram em New Jersey, Mel Zaffalon, de Boston. Entre as Bridesmaides
(madrinhas da noiva) estavam amigas brasileiras de Nova York, as
mineiras Flávia Pereira e Tricia de Brito, e as paulistas
Marisa de Souza e Trícia Brito. Seus irmãos Eveline
Oliveira e Gleisson Fabri de Oliveira com a esposa Dalva,
também estavam entre os padrinhos.
Kiddushin (Sagrado)
No domingo aconteceu a cerimônia
judaica, repleta de rituais significativos, celebrada pelo rabino
Stephan Fenchel, diante da lindíssima paisagem do clube de
golfe The Woodlands, sob céu aberto, e debaixo do chupah
(palavra hebraica que significa
Toldo, proteção) ,
que representa a casa que o novo casal irá estabelecer unido.
Explicou o rabino que o Casamento,
que é chamado de Kiddushin (Sagrado), é a santificação
do homem e da mulher um para o outro.
Um dos momentos interessantes foi
a bênção do vinho. O novo casal recebeu duas
taças e tomou o vinho após o rabino recitar a reza
de santificação.
O ato central foi a entrega da aliança
pelo noivo e sua aceitação pela noiva, confirmação
da união, estabelecendo um vínculo eterno. A partir
do momento em que a aliança é colocada no dedo da
noiva, o casal, de acordo com a Lei Judaica, é considerado
casado. A aliança simboliza o elo numa corrente, também
um círculo sem fim representando o ciclo da vida. O ato de
dar o anel também simboliza a transferência de poder
e autoridade. Assim o marido simbolicamente transfere à sua
nova esposa a autoridade sobre seu lar e tudo que se encontra nele.
O ato final da cerimônia é
a quebra de um copo de vidro pelo chatan. O noivo esmaga
um copo com o pé, enquanto os convidados desejam felicidades.
A festa (Seudah)
Depois da cerimônia religiosa,
começa a festa judaica, cercada de costumes. Uma festa muito
bacana para assistir. Para nós brasileiros, um esporte de
espectador. Com muita música e danças os convidados
brindam com o novo casal. Para alegrar mais ainda esta ocasião,
alguns chegam a demonstrar habilidade acrobáticas e malabaristas.
A única meta é alegrar o noivo e a noiva.
Com as mulheres num círculo
e os homens em outro, os convidados rodam a noiva e o noivo ao redor,
dançando com eles e os rodeando com círculos de alegria.
Até que num certo momento o casal se senta e seus amigos
se apresentam para ele. Tudo para quando é servido o jantar,
mas logo depois continua com muita música e animação.
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A sobrinha do noivo (esq.) e
a sobrinha a noiva (dir.) de daminhas.

Os noivos, entre os pais dela,
os irmãos e os tios.

Peggy
e Matthew Gluck, pais do noivo, com os filhos, genro, nora
e netos.

A cerimônia judaica, sob
a chupah (toldo), símbolo da casa a ser construída
e dividida pelo casal.

Como em toda e alegre festa
judaica, convidados erguem os noivos sentados em cadeiras,
na dança da comemoração .
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Os noivos recebem as bênçãos
do pastor da Times Square Church.

Os noivos.

O
carinho das irmãs Eveline e Evelise.
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