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. . . . Rogério
Padovan, 25 anos, é um dos jovens mais populares de sua geração,
em Pres. Prudente. Filho mais velho de Solange e Américo
Padovan, formou-se em Medicina pela Unoeste, em 2001, e logo após
ingressou no serviço militar, para servir como Oficial Médico
da Força Aérea Brasileira. Destacado para a região
amazônica, fez 3 meses de curso de Oficial na base aérea
de Manaus e posteriormente exerceu a função de Médico
Oficial em Porto Velho.
. . . . Diz
que foi uma experiência fantástica. A melhor
de minha vida. Citou passagens inesquecíveis como as
missões a bordo de caça F5 e Tucano, o curso de sobrevivência
na selva, o contato com indígenas afastados da civilização,
e o atendimento às populações ribeirinhas.
O curso de sobrevivência da Selva, foi coisa de cinema. Uma
temporada no meio da selva, dormindo em rede e alimentando-se apenas
do que a mata oferecia.
. . . . Após
um ano, pediu o desligamento para ingressar na Residência
Médica na Santa Casa de Ribeirão Preto, mas gostou
tanto da carreira militar, que em cinco anos, após concluir
sua especialização pretende retornar à FAB,
voltando como 1.o Tenente e podendo seguir a carreira até
o posto máximo, que é o de Brigadeiro.
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Tenente Rogerinho, em sua formatura de Oficial da FAB.

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Rogerinho com o grupo de médicos da FAB na Amazônia.

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Rogerinho no hospital de campanha, improvisado na selva só
para atender os militares.
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No Limite: Rogerinho aprecia o Congo, larva
do vagalume, rica em nutrientes, que os militares têm
que comer no curso de sobrevivência na selva. Durezaaaa!!!

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Tenente Rogerinho e o companheiro Tenente Nagoya, diante
do 54.o Batalhão de Infantaria da Amazônia.

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O hotel dos militares: rede de selva.
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