. . . . Ruy
Castro já disse que ela tem uma orquestra na voz, como as
cantoras americanas.
A elegância, o charme, a extensão
vocal rara, a voracidade no paqlco, a força dramática
fazem de Telma Costa uma das mais completas artistas brasileiras.
Nascida em Presidente Prudente, ela
passou a infância e a adolescência em Presidente Venceslau
estudando piano e ganhando prêmios em todos os concursos que
participou (geralmente o Primeiro Lugar). Ganhou o primeiro lugar
no concurso Governador do Estado, aos 14 anos de idade, enquanto
era aluna do Conservatório Musical de Presidente Venceslau.
Cantora popular, reconhecida pelo
púbico e pela crítica como grande intérprete,
com reecursos cênicos e grande extensão focal (podendo
ir do muito grave ao muito agudo) Telma Costa já lançou
vários CD´s e rodou o Brasil com alguns musicais de
sucesso como Kurt Weill, um grito na garganta, onde
cantava a trajetória musical de Kurt Weill com músicas
em alemão, inglês e português, Broadway,
ontem e hoje, com as músicas mais famosas dos grandes
musicais da Broadway e A Divina Dalva, em homenagem
a Dalva de Oliveira (sucesso de público e 2 anos em cartaz).
Sua formação musical
erudita (nota máxima na Royal Academy of Music de Londres,
Licenciatura em Música na Uni-Rio e Bacharelado em Órgão
no STBSB) lhe possibilita cantar em seu repertório canções
como Ave Maria no Morro, de Herivelto Martins ou Youkali de Kurt
Weill (excelente versão do jornalista Mário Margutt.
No show Tempo Bom, que
encenou no ano passado no Rio de Janeiro, ela se lançou também
como autora em parceria com Luiz Flávio Acofra nas músicas
Confesso e Bom demais, e cantou composições feitas
especialmente para ela por autores como Geraldo Azevedo, Guga Fittipaldi,
Monique Aragão e Cláudio Nucci.