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SAÚDE

. . O QUE É HOMEOPATIA?

. . Homeopatia é uma palavra de origem grega que significa Doença ou Sofrimento Semelhante. É um método científico para tratamento e prevenção de doenças agudas e crônicas, onde a cura dá-se através de medicamentos não agressivos que estimulam o organismo a reagir, fortalecendo seus mecanismos de defesa naturais.

. . A cura, proposta pela homeopatia, vem de dentro para fora, já que o remédio homeopático contém uma dose infinitesimal da própria doença. Entende-se que o semelhante cura o semelhante.

. . Os medicamentos homeopáticos atuam reequilibrando a energia vital dos seres vivos, ou seja, a energia responsável pela manutenção da vida e da harmonia das funções fisiológicas do organismo.

. . A homeopatia usa os princípios curativos das substâncias venenosas sem causar mal ao paciente. Como surgiu Foi criada e desenvolvida há duzentos anos pelo médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, que se formou aos 24 anos.

. . Durante uma década, clinicou na medicina tradicional e resolveu afastar-se por achá-la ineficiente. Hahnemann começou a traduzir livros científicos. Em 1790, ao traduzir um livro de Willian Cullen, chamou-lhe a atenção a descrição dos quadros de intoxicação por quinino (que já era indicado para o tratamento da malária) e sua notável semelhança com o quadro clínico da malária, conhecida na época, como febre dos pântanos.

. . Coincidentemente, na mesma época, um de seus filhos ficou gravemente doente, e Hahnemann, desiludido com a medicina tradicional, acreditou que deveria existir uma terapêutica eficaz e lógica.

. . Passou assim a buscar ardorosamente essa idéia. Hahnemann começou então a analisar os efeitos do quinino e assim percebeu o princípio da semelhança que, posteriormente, seria a base do tratamento homeopático.

. . Esse princípio foi descrito nos primórdios da medicina, por Hipócrates (460 - 377 A.C.), médico grego considerado o "Pai da Medicina". Hipócrates enunciou dois princípios pelos quais pode-se obter uma cura: o princípio da semelhança - Similia Similibus Curentur (os semelhantes se curam pelos semelhantes) - e o princípio dos contrários - Contraria Contrarius Curentur (os contrários se curam pelos contrários).

. . Como é o tratamento A homeopatia trata o paciente como um todo. Analisa sua estrutura e natureza. Não cura a doença e sim o doente. Por isso, o médico conversa bastante com o paciente para conhecê-lo melhor.

. . No fim, receita, por exemplo, um remédio para o asmático e não um remédio para a asma. A consulta com o homeopata demora mais do que com o alopata.

. . O homeopata precisa conhecer as causas que levaram aquela pessoa a desenvolver determinada doença. Ao contrário dos tratamentos alopatas, o sintoma não é simplesmente eliminado (suprimido), sem saber-se a causa real da doença.

. . O sintoma é a "pista" do que está errado em todo o organismo do paciente. Um paciente que apresenta sintomas de uma doença que são semelhantes aos causados também por uma determinada substância homeopática, vai receber um medicamento feito com essa substância. Semelhante cura semelhante.

. . Escolhido o medicamento, ele é administrado em doses muito diluídas - doses infinitesimais, mas capazes de restabelecer a energia vital. A dose diminuta prescrita pelo homeopata, não é mera diluição ou atenuação da droga forte.

. . Ela é o que se chama potência, isto é, algo que possui poder. As doses mínimas e dinamizadas têm sido, com certeza, o maior obstáculo à aceitação e à adoção desse método terapêutico na medicina tradicional.

. . Vale lembrar que por valorizar sintomas subjetivos e tratar uma energia extremamente sutil, as pesquisas que avaliam a homepatia devem ser avaliadas dentro de um novo paradigma, com outros instrumentos de avaliação e análise dos resultados.

. . O fato de podermos tratar animais e plantas com medicamentos homeopáticos invalida a idéia que muitos têm, principalmente os que criticam esta ciência sem tê-la estudado, de que o medicamento homeopático age por efeito psicológico.

. . Observações importantes e dúvidas comuns:

. . * Só compre medicamentos homeopáticos com receita médica, pois os remédios são individualizados. Não se automedique!!!

. . * Só repita a mesma receita se o médico autorizar.

. . * Ligue para seu médico sobre qualquer dúvida ou alteração no quadro clínico.

. . * Apenas farmácias com manipulação homeopática estão aptas a preparar a receita médica, e esta deve ser entendida por qualquer farmacêutico homeopata.

. . * Tome seu medicamento preferencialmente longe da hora das refeições. Se for dose única, tome em jejum ou ao se deitar, conforme orientação médica.

. . * Não guarde medicamentos homeopáticos em lugares com cheiros fortes.

. . * Mantenha os medicamentos protegidos da poeira, umidade, calor e luz.

. . * Evite também guardá-los perto de aparelhos que emitam radiações.

. . * Se usar aromaterapia, evite essências com alecrim e cânfora.

. . * Se fizer massagens terapêuticas regularmente, evite usar óleos com cânfora ou ter qualquer contato com essa substância. Segundo o manual de homeopatia, eles diminuem o efeito do medicamento, porém, não existem explicações sobre isso no manual.

. . * Não se sabe também exatamente por que motivo a cânfora pode ser usada como antídoto para os efeitos indesejáveis do medicamento homeopático que surgem em pacientes hipersensíveis.

. . * Não há restrições durante o tratamento homeopático de uso de álcool, café ou chá, a não ser que seja recomendada pelo clínico uma dieta de restrição.

. . * O uso de medicamentos alopáticos durante o tratamento homeopático não interfere e é dispensável. Uma exceção para esta afirmativa são os medicamentos alopáticos que visam tratar sintomas que chamamos de exonerativos, como por exemplo erupções cutâneas, secreções, corrimento vaginal. Nesses casos, a interferência com medicamentos alopáticos geralmente prejudica a boa evolução do tratamento homeopático.

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