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TURISMO

Por que vacinar-se antes de viajar?


As vacinas e outros imunológicos são as armas mais seguras e eficazes para impedir as infecções.

 Mesmo porque, já dispomos de vacinas contra doenças possivelmente contraídas durante viagens e deslocamentos, muitas delas sem tratamento após instaladas.

Das vacinas recomendadas de acordo com o destino da viajem constam: Hepatite A, Influenza (gripe), Pneumocócica, Febre Tifóide, Meningite meningocócica A e C, Raiva, Encefalite japonesa B, Varicela e reforço para Poliomielite.

A prevenção deve estar na linha de frente de todas as ações. E ainda mais para quem viaja, que quer aproveitar os momentos prazerosos, o que pode ser atrapalhado pela necessidade de procurar assistência médica, internação hospitalar e uso de remédios.

 

Ambulatório trata doenças dos viajantes


Estima-se que 1,4 milhões de pessoas cruzam fronteiras diariamente a turismo ou a trabalho, aumentando a exposição a novas doenças e o número de infectados potencialmente transmissores. As pessoas não precisam percorrer grandes distâncias para se depararem com males que podem comprometer seriamente o retorno ao trabalho.O indivíduo deve estar atento a pequenos sinais durante a viagem ou até 30 dias após o retorno: febre, diarréia, icterícia (amarelamento do corpo), manchas ou feridas espalhadas pelo corpo, dor de cabeça e vômitos, sintomas respiratórios, dores articulares ou musculares (acompanhados ou não de febre).

A diarréia é apontada como um dos sintomas mais comuns entre os viajantes brasileiros, acometendo entre 30 a 50% das pessoas que vão para as áreas tropicais do País. Já a doença mais comumente contraída por quem viaja para as mesmas regiões é a malária, com números que espantam: são cerca de 600 mil casos/ano só no Brasil.

Foi para tentar reduzir a circulação de doenças e os transtornos quando se está longe de casa que São Paulo ganhou, em janeiro último, o Ambulatório dos Viajantes, considerado desde já o maior centro de atendimento a população de viajantes do País. A iniciativa é resultado da parceria entre o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a Superitendência de Controle de Endemias (Sucen), com apoio da Aventis Pharma. A coordenação do ambulatório está a cargo do Dr. Marcos Boulos.

Gratuito, o serviço oferece orientação preventiva, diagnóstico e tratamento de pacientes com algum tipo de sintoma característico de doenças endêmicas como fecbre, diarréia, dor de cabeça, vômitos, dores articulares ou musculares.

Também faz parte do trabalho preventivo orientações sobre as vacinas que devem ser tomadas, doses, indicações, contra-indicações, efeitos colaterais, tempo prévio à viagem para admibnistração de cada uma delas, etc. O paciente é atendido por uma equipe formada por oito médicos, 20 infectologistas, duas biólogas e um médico-pesquisador.

A Aventis Pharma patrocina o Ambulatório através do Centro Aventis de Doenças Tropicais (CADT), entidade criada em 1996, que tem como objetivo incentivar o diagnóstico e o tratamento precoce da malária e leishmaniose, duas das maiores doenças endêmicas parasitárias do País.

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