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quarta-feira, julho 6, 2022
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Cresce busca por linhas de crédito para implantar energia solar

Em um cenário de aumento dos preços de energia elétrica e crise hídrica no Brasil, a geração solar fotovoltaica mostra-se uma alternativa sustentável para consumidores – tanto pessoas físicas quanto empresas de todo o País. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), essa é a fonte de energia que mais cresce no mundo. E o ensolarado Brasil, com dimensão continental, tem a oportunidade de se tornar a nação líder em energia solar fotovoltaica, estando atualmente na 16ª posição.

O mercado já registra uma busca crescente por linhas de crédito para financiamento de sistemas fotovoltaicos em residências e empresas. Atualmente, são mais de 60 opções de financiamento de agentes públicos e privados, adaptadas para diferentes setores da economia brasileira. Somente no Santander, até outubro de 2021, foram concedidos mais de R$ 4 bilhões para o financiamento de projetos fotovoltaicos, um aumento de mais de 80% se comparado a igual período do ano passado.

“O Santander disponibiliza linhas de crédito para financiamento sustentável desde o início de 2017, tendo acelerado essa produção a partir de 2018, crescendo de forma recorrente em mais de dois dígitos desde então. Financiamos até 100% do projeto, com parcelamento em até 96 vezes e carência de 120 dias para início do pagamento. Ou seja, há tempo suficiente para instalar as placas e começar a produzir energia antes mesmo do início do pagamento do financiamento, reduzindo a conta de luz”, diz Rodrigo José Janoni, superintendente comercial do Santander Brasil em Presidente Prudente. A regional de Presidente Prudente, composta por 31 agências em 25 cidades no interior paulista, cobre um raio de 250 quilômetros, chegando até Porto Primavera e Rosana, e está incluída nessa expansão de crédito.

Para o executivo, a busca por energia sustentável se dá pela maior divulgação no mercado dos benefícios dessa nova forma de geração, pela democratização do crédito e pelo barateamento dos equipamentos. “Além disso, com o aumento recorrente da energia padrão, de forma mais intensa em 2021 que nos outros anos, há um grande incentivo para aqueles que querem reduzir o custo de energia no longo prazo. Em muitos casos, o financiamento já está mais barato que a conta mensal com energia elétrica. Podemos afirmar que, desde 2019, a fonte solar está entre as mais competitivas do Brasil”, garante. O executivo do banco observa ainda que a energia solar fotovoltaica proporciona uma vasta gama de benefícios positivos para as empresas, governos e a sociedade em geral. “A alternativa contribui para o desenvolvimento sustentável, especialmente em três esferas: ambiental, socioeconômica e estratégica.” De acordo com dados da Absolar, de 2012 até 1º de novembro de 2021 o Brasil evitou a emissão de mais de 13,6 milhões de toneladas de CO2 com a operação do sistema de energia solar fotovoltaica no País

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